1 de Janeiro de 2012

Que comece o ano que ia marcar o fim duma etapa.
Que marque antes o início da despedida da etapa anterior.
E que o marque em grande!





Férias, hoje.

Primeiro dia de férias.

Odeio pessoas estúpidas, odeio falta de respeito e odeio confusões por ninharias. Odeio o ciúme, odeio tudo o que me impede de relaxar e aproveitar a vida. Odeio ainda mais quando é tudo no mesmo dia.

Mas amo amar.
E agora tenho de agarrar-me a isso e tentar que tudo o resto não me estrague as férias.

Que até foram merecidas.



Sentido

"É tão bom saber (ou pensar que sei) que a minha âncora do sentido não é feita de papel."

Esta semana


Eu adoro esta parvoíce de espectáculos. Desde os de talentos no geral sem qualquer definição do que é para eles talento até aos clássicos de apenas música, bandas até aos de dança. Sim, é assumidamente o meu guilty pleasure ver pessoas a "tentar tornar realidade os seus sonhos" sendo que obvimente bem menos de 0,001% o consegue na realidade. Mas não me vou analisar nem pensar mais sobre porquê. Não me apetece.

Não gostei do percurso dele no programa. Nada mesmo. Numa era de Susan Boyles ele foi daqueles que foi realmente completa e totalmente "engolido" pelos produtores. Não conheço a carreira depois do programa. Tem um CD que não ouvi e não sei se vou ouvir.

Mas nada lhe tira (como a quase todos) esta audição.
Eu sei que a música não é dele, mas há qualquer coisa em que ao ser cantada por ele me deixou a pensar desde a primeira vez que o ouvi. E não é pelo "don't judge a book by it's cover" se bem que obviamente contribui para a magia inicial. É mesmo pela maneira como canta e pelo que canta.

E numa semana recheada de olhares vazios, de pessoas que já não sei se são realmente pessoas, ou se estão ali, numa semana de ir para lá ver tudo aquilo que me pode vir um dia a esperar, voltei a ver isto. Deu-lhe outra vez outro sentido. Não como a pessoa sobre quem talvez ele tenha pensado nisso (e a propósito a resposta é sim), mas como a pessoa que diz:
"If tomorrow never comes, will she know how much I loved her?"

Espero que sim. Acho que sim. Sim?

23

Hoje - finalmente?

...


Resoluções de ano novo

Todos os dias serem... hoje!
(E meter os pés no ginásio.)

Hard

Better

http://www.youtube.com/watch?v=VCokhCqK9rw

Não chores

Mesmo que elas sejam muitas.

"Saudades."

Expressões

E mais uma. (GP.)
http://olhares.aeiou.pt/expressoes_foto4130090.html

Why


JR wishes




Há coisas que merecem ser mostradas.
(Adoro o comboio!)

Renovar


Galeria Pública :)

Decisões.

E ter de me relembrar que não é a falta de coragem, mas o facto dela existir.
De pensar no que é melhor para mim, mesmo que não seja o melhor que poderia ser.
E fica o looping eterno a girar: lembra-te sempre que nunca é o pior que poderia acontecer (porque isso tu sabes o que é).

Agora: vive.

Vida de Desenho Animado - capitulo 450

Ele fez o mundo em 7 dias, mas nos nao somos capazes de, no mesmo periodo de tempo, adquirir "as competências necessárias a uma unidade currricular estruturante do curso".

Way to go stupid bitch.

Saudades

Não é fácil.


Mas vou tentar.
Outra vez.

Tu

http://olhares.aeiou.pt/foto4029678.html

Às vezes é porque os olhos brilham. E os outros olhos brilham também. Ou porque o cabelo está solto e é a tshirt certa. Ou é dos calções. Ou das conversas parvas. E das palavras que são assim aqui e assado lá. E dos casacos de ganga esquecidos nos carros. Ou dos post-its. Sim, podia ser pelos post-its.. Ou se calhar é a maneira como os gelados que não sabem bem por acaso caiem ao chão... Também pode ser das covinhas na cara. E das caras pintadas. Ou que parecem sujas, claro.

Mas só eu e tu sabemos o maior porquê.
Ou melhor, se calhar nem nós sabemos.

Mas não importa, pois não?

Looking


1a8m

Por ela. E porque há mais coisas escondidas nos olhos.
E porque continua a não ser justo.

Saudades.

Hoje lembrei-me deste

Aguarela 2


"Com 3 letras apenas se escreve"

Ainda não acredito que a tua reacção foi essa.

Tantos dariam um mundo por, estando no meu lugar, te ter a ti do outro lado.

E eu, "egoisticamente", fico sem saber se é porque gostas demais de mim ou porque não queres saber.

No fundo sei que é porque gostas.
Só que para ti é sempre tão difícil mostrar.
Ainda mais que para mim.
(E isso é dizer muito.)

Nós não falamos de sentimentos.
Mas eu sei que tu sabes o quanto gosto de ti.
...Espero que sim.

*) 1234.

Give me more lovin then I've ever had.
Make it all better when I'm feelin sad.
Tell me that I'm special even when I know I'm not.
Make me feel good when I hurt so bad.
Barely gettin mad,
I'm so glad I found you.

Quando te esqueceres lê

TENHO SAUDADES

Tomorrow and all the days after



Or at least TRY to...

No fim de "hoje"


"Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need To see me through

Sometimes it seems that the going is just too rough
And things go wrong no matter what I do

Now and then it seems that life is just too much
But you've got the love I need to see me through

When food is gone you are my daily meal
When friends are gone I know my savior's love is real
Your love is real

You got the love...


Time after time I think "Oh Lord what's the use?"
Time after time I think it's just no good
Sooner or later in life, the things you love you loose
But you got the love I need to see me through

You got the love..."

Aguarela

Novas experiências.

(...desde a primária)


Post-it

To read this in order.

Never forget, because I do this a lot:



AND


(NEVER)

Also, don't analyse, or at least:



And try to:



(I know it's not easy, trust me: I do.)

Attention:




and




ALSO:



(NOT EVER)



because there isn't a big enough bottle for us.

This one is important to remenber:




because most of the times it's just time and




you can:



(because it will)

AND IF YOU FOUND IT OR IT FOUND YOU:





PS:





7 dias

O ter por acaso naquele dia publicado as fotos e tê-lo avisado disso.
O por acaso ele receber a mensagem sem erros de timings de telemovel (milagre).
O por acaso ele estar num café à espera de voltar para uma festa e se lembrar que eu por acaso poderia querer ir também.
O eu ir porque já queria ir, mas não sabia de quem mais fosse.
O estar lá.
O por acaso querer comer um gelado.
O por acaso quereres comer um gelado.
O por acaso querermos todos um gelado
e por acaso irmos ao mesmo rapaz dos gelados.
Ao mesmo tempo.
Olá!
A fotografia.
"Não querem ficar connosco?"

Agora, estes 7 dias depois pergunto: e se eu não tivesse sequer ido?
Alguma vez te teria conhecido?

PS: Estou a tentar não pensar que isto tudo pode ser um sonho e que eu vou acordar e é sábado passado, mas não vou ter estado naquele lugar naquele momento. Ah não. Isso não.

Reflections of a Skyline

"wish I've known you forever"
"and wonder who you are"
"but accept you anyway"

"wander the city thinking"
"it's empty without you"
"but I want what you want and think what you think"

"I'm loosing myself"

Roda Gigante

O parecer. O não ser bem assim. Numa volta somos dois e mais um. Na outra são dois e mais uma. O ar de espanto. Noutra, três. O olhar o céu dentro duma gaiola circulante. O lembrar-me e ser lembrada que há pessoas que estão lá para ti, mas que não são a "tua" pessoa. Aquela pessoa que faria da gaiola um ninho. Onde quer que essa esteja. Se existir. O pensar que sabes quem é. Mas o não ser. O nunca ser. Porquê?

Continua a saber a pouco.




Quero mais!

Seguir as setas.


A Rapariga da Janela


Hoje vendi o meu primeiro quadro.
(Para uma boa causa.)

:)


"Ai que se me arrepelam as raízes da alma!"


Começou com a personagem. Com o respeito, as bençãos e o poder, com a idade. Depois vieram as dores de costas, de garganta, de cotovelo, do orgulho. O transformar. Deixou de ser personagem, passou a ser só uma casca. Um simples casaco que se vestia e se usava sabendo que estava vestido porque a etiqueta cismava em arranhar, dar comichão e dar vontade de a arrancar com as unhas e com os dentes. Aquela vontade de deitar fora e o esquecer.
De seguida foi o uso, foi o gastar, foi o fazer habituar. Foi o escolher daquele calçado para a grande caminhada, mesmo que não fosse calçado de caminhada e que a chuva os fosse molhar. Não era importante. É possível andar com sapatos de pano à chuva: basta ter pés. Eram os meus sapatos. Meus.
Aqui voltou a personagem. Mas ela existia numa só cor e eu precisava de tons. Existia num presente e eu precisava do passado desconhecido. Precisava do novo que vem sempre antes do velho. Que o molda. Então tive de a abrir, fazer o primeiro corte e levantar a pele, separar a inexistente gordura do encolher do tempo e cuidadosamente os músculos já cansados se afastaram para eu a ver. O que eu vi...

Foram assim os meus 3 meses nessa aldeia.

T.

Hoje acordei a sorrir.
Já não tinha uma noite assim há muito tempo.
Seguir os conselhos dela sempre dá sempre certo afinal de contas.
(E não ouvir os bichinhos interiores que fazem cócegas às raízes da alma também.)


Se fosse a numerar as vantagens deste sítio em relação aos demais chegaria ainda mais atrasada ao ensaio. Mas fica um OBRIGADA pela companhia. Pelo grupo mais improvável de sempre. Pelas descobertas de última hora. Pelas saladas desconhecidas e botões no máximo que teimam em não descer de intensidade (ainda bem que não desceram, mesmo com a minha mente fotográfica). Pelos personagens - os que não te querem como refeição e os que parece que te conheciam há anos. Ou o teu osso ilíaco, pelo menos. Pela loucura absolutamente saudável e pelo bem que as outras realidades nos fazem ao entrar pelos olhos dentro. Aos casais improváveis e às pessoas trocadas com o mesmo nome (sempre sem qualquer ofensa!).
(Às bocas que falam um pouco demais é que não.)

E "àquêla SHAKIRA".
Fica aqui uma promessa que a próxima vez que eu vir aquele prodígio lhe vou elogiar... a dança.

Sleep

Have you ever went to bed wishing you wouldn't wake up?

SDDN

"Faz o favor de seres feliz!"

Tomorrow

"We act like if we just get through today, tomorrow
our dreams
will come back to us."



A canção destes dias

Obrigada J.

Saudade

Há dias em que é difícil perceber como consigo continuar sem ti.

Às vezes penso o que me dirias se ainda estivesses aqui. Os raspanetes, os "felicidades", os "tem calma, tu consegues", os "só precisas de passar", os abraços. Penso o que seria ainda ter a minha balança inteira. Eu sei o outro prato dessa eterna balança se está a esforçar por compensar a tua falta. Mas não é a mesma coisa.

Quão efémeros somos nós? Qual o sentido de tudo isto?
Preciso de ti. Mesmo que sempre que te tive ao meu lado pensasse que eu não precisava de ninguém. Mesmo assim.

Será que me vês? Será que consegues ver daí as minhas confusões? As minhas indecisões? Os meus fracassos? Não sei se queria que me visses. Não ias poder fazer nada. E não poder fazer nada é do pior que há.

Quando não posso
culpar ninguém,
faço o quê?

Quando não posso
bater em alguém,
faço o quê?

Quando não posso
chorar
faço o quê?

E agora quem me responde a todas as outras perguntas sem resposta? Aquelas a que só tu me podias responder? E na eventualidade de eu vir a ser mais que eu, eles não vão saber quem és. Mais ninguém que venha depois irá saber. Talvez nem eu soubesse ao certo.


E "PORQUÊ TU?" continua a ser o pior de tudo.

Está sol, mas as lágrimas não secam.


Esta semana tentei explicar a alguém o que era a saudade.
Hoje voltei a pensar que é tão ridiculo poder continuar
sem tu poderes.



PS: E depois conheço pessoas que podiam culpar alguém e que o fizeram durante anos. Mas são tão grandes, com um coração tão maior que o meu, que conseguem tentar começar a perdoar. Eu não sei se conseguiria. Se tivesse a quê.

O não escrever

Não escrevo há tanto tempo. Aquele escrever de encher páginas e páginas. Não rasguei as que tinha escrito, mas deixei-as ao abandono. Naquele lugar para onde vai tudo aquilo que não é de agora. É quase como se todos os pedidos vazios em páginas branco-amarelas dos cadernos de sempre me tivessem traído. Como se tudo tivesse sido em vão. Como se me fizesse mais mal que bem. Hei-de lá voltar, quem sabe. Quando voltar também ao tempo em que escrever lá antes de adormecer à luz do candeeiro azul voltar a fazer sentido.

A razão para começar a escrever lá foi pela incerteza certa de que um dia me vou esquecer de tudo. Mas escrever porquê? Se na maior parte das vezes o que eu quero é esquecer? Se na maior parte das vezes, escrevo a parte de mim que me queria esquecer?

Onde se esconderam as palavras? Porque é que já não fazem sentido?
Porque está lá aquele recorte, os sentimentos, tudo e tudo dos piores dias da minha vida?
Talvez. Talvez só porque não faz sentido querer deixar para recordar porque não faz sentido recordar. Mas será que não faz?

Um Homem Falido


Uma Aventura em Marrocos, na terra do vagar das tostas e da companhia quase londrina. E em que os cães têm olhos de esperança.

15 velas. 8 apagadas ao fim de mais de uma hora de som. De história. De aventuras de um homem de 2cm de altura e de uma mulher que deixa um marido falido, mas lhe paga as dívidas e lhe deixa tudo. Até a loiça. Há sempre alguém a cobrar alguma coisa. Mesmo quando já não há nada. "Não tenho!". Estar quase a ser quem se é. O eterno alcançar.

"Eu temo o homem de um livro só."

How many?




Não consigo pegar numa guitarra sem pensar nesta música.


"How many times can a man turn is head
and pretend that he just doesn't see?"

Alice


Estou apaixonada... pelo Chessss!


Alice - It's impossible.
The Mad Hatter - Only if you believe it is.


Que outro para imaginar como seria o regresso de Alice ao País das Maravilhas dez anos depois?...
Visualmente magnífico.

Livro de Horas

Aqui, diante de mim,
Eu, pecador, me confesso
De ser assim como sou.
Me confesso o bom e o mau
Que vão em leme da nau
Nesta deriva em que vou.

Me confesso
Possesso
Das virtudes teologais,
Que são três,
E dos pecados mortais
Que são sete,
Quando a terra não repete
Que são mais.


Me confesso
O dono das minhas horas.
O das facadas cegas e raivosas
E das ternuras lúcidas e mansas.
E de ser de qualquer modo
Andanças
Do mesmo todo.

Me confesso de ser charco
E luar de charco, à mistura.
De ser a corda do arco
Que atira setas acima
E abaixo da minha altura.

Me confesso de ser tudo
Que possa nascer em mim.
De ter raízes no chão
Desta minha condição.
Me confesso de Abel e de Caim.

Me confesso de ser Homem.
De ser o anjo caído
Do tal céu que Deus governa;
De ser o monstro saído
Do buraco mais fundo da caverna.

Me confesso de ser eu.
Eu, tal e qual como vim
Para dizer que sou eu
Aqui, diante de mim!

Miguel Torga

Este poema falou-me quando eu tinha uns 15 anos. Já lá vão uns anos e ainda consigo vê-lo na página do lado direito daquele manual de Língua Portuguesa. E nem eu sabia que MIGUEL TORGA me daria muito muito mais que um poema que resumia tudo....

Duas semanas


















Ainda entre o perder e o encontrar.

Filme do dia

How much does your life weight?

The slower we live, the faster we die.
And make no mistake - Moving is living.

Finalmente um filme que me faz mesmo pensar e tentar uma nova prespectiva. Já não acontecia há algum tempo. Todo o querermos ser nós, sem saber se o que nós somos depende só de nós, se é só o que nos define. A nossa vida é feita de quê afinal? E porque é que tem de caber numa mochila? Para andar? E andar para aonde? Para viver? Não podemos ter ajuda para a carregar? Não podemos pegar a dois nas alças da mochila? E se quisermos ser um só? Sobrevivemos? É suficiente? Teremos de ser eternamente sozinhos se não quisermos ter uma só casa? Se quisermos que o mundo seja a nossa casa? A minha mãe gostou do filme. Mas queria outro final. Porquê? A realidade é mais a procura que o encontrar. O encontrar soa quase a ilusão. Não digo que não seja real. Mas... menos real.

A hora já começa a confundir as minhas sinapses saturadas deste dia tão longo. Vou dormir. Se puderem, vão ao cinema. Não se arrependem. E como diz a minha irmã, também se não gostarem não faz mal ir só lavar a vista com o Mr. C. ...

Pelo menos por agora.

http://www.youtube.com/watch?v=BATy7nFQbJw

Seal all my windows up with tin
So the love bug can't get in
Park my romance right alone the curb
Hang a sign upon my heart
"Please do not disturb"
And if I never fall in love again
That's soon enough for me
I'm gonna lock my heart
And throw away the key.




PS: Nobodys fault but mine.

If You Never Fall In Love With Me

Lou Reed

"Deseja tudo, espera pouco, não peças nada." (Stendhal)
É tão bom ter irmãs mais velhas.
Obrigada.

Duas páginas escritas

...duma carta que não vais ler.

Caras (Des)Conhecidas

Quando tenho muito que fazer e é muito pouco o querer, começo sempre a lembrar-me de onde fui. Dos sítios lembro-me sempre mais das caras que dos locais. Quer dizer, depende dos sítios. Além disso as fotografias ajudam. Sempre ajudaram. Há aquelas que sabemos que não vamos esquecer nunca de tanto olharmos para elas. Daquelas que sabemos que reconheceríamos aquela pessoa noutra qualquer altura, com a certeza absoluta que eles não nos reconheceriam a nós. Quer dizer, depende também das caras que são. Desconhecidos?

Desconhecido
(particípio de desconhecer)

s. m.
1. Pessoa cuja identidade se desconhece; estranho.
adj.adj.
2. Ignorado.
3. Que nunca se viu.
4. Por onde nunca se andou.
5. De que nunca se ouviu falar.


Não, acho que são um pouco só mais que isso. São caras. Se podem ser caras? Podem, porque "aqui" as regras são minhas.

E, por hoje, apeteceu-me recordá-las.

1999 (?), Noruega
(também conta como cara!)

2001, China
(O que é que ela tem de diferente?
Sim, ali eu era uma pessoa estranha.)

2001, China

2005, Cuba
(em frente à Bodeguita del Medio)

2005, Cuba

2005, Amazónia
(Ainda sinto a simpatia da irmã mais velha a falar comigo.)

2005, Amazónia
http://olhares.aeiou.pt/feicoes_foto3111702.html

2007, Cabo Verde
http://olhares.aeiou.pt/cabo_verde_ii_ola_e_adeus_foto3180557.html
(As meninas da varanda.)



2007, Cabo Verde

2007, Cabo Verde
(A mãe tão cansada, a criança tão curiosa olhava para mim...)

2007, Cabo Verde
(O Lisito!!!)

2009, Maldivas
http://olhares.aeiou.pt/naalaafushi_foto3269341.html
(A menina dos sapatos amarelos.)

2009, Maldivas
http://olhares.aeiou.pt/o_rapaz_da_loja_foto3269144.html
(O rapaz da loja... Ai aquele olhar...)

2009, Maldivas
"Could you take one to me?"
(E depois mete-se muito direita com a face ainda a escorregar a água de todo aquele calor.
É nestas alturas que queria levar uma impressora comigo para lhe dar uma cópia...)

2009, Maldivas

2009, Maldivas
"Good morning Miss Ana! What kind of pasta today?"
(O meu cozinheiro favorito. Desde o segundo dia que me abria um sorriso, dizia o meu nome e se apercebeu que eu só comia massa. =) )

2009, Maldivas
"Are you married?" - him
"No, I'm not. - me
"She's too young." - mum
"Young?" - him, of course
*laugh*

2009, Alfama
http://olhares.aeiou.pt/as_senhoras_de_alfama_i_foto3261190.html
("Ai aquele meu neto...")

2009, Beira-Tejo
http://olhares.aeiou.pt/senhor_augusto_foto3335978.html
(Senhor Augusto, o pescador do Tejo e a mulher dele, que se cansou de esperar o peixe.)

2010, Jamaica
http://olhares.aeiou.pt/sorrisos_foto3411978.html
(Os melhores sorrisos de sempre.)

2010, Jamaica
"Mischin?" "Yes, sounds like chinese food."
(Mischin e o irmão.)

2010, Jamaica
(O homem que fazia sereias de madeira.)

2010, Jamaica
"Hi! Come here!"

2010, Jamaica
"Are you gonna take me home with you?"
"Yes, I am! In my camera! Want to see?"

2010, Jamaica
"Dolores does your braids! Don't forget! Big boobies!

2010, Jamaica
"I can splash you but you can't splash me becausa I have your camera!"
"That's sooo not fair!"
"You're beautiful."
"Thanks."

2010, Jamaica
(Eu, Mischin e Jamília.)